sábado, 19 de novembro de 2016

ACELERADORA DO CESAR FIRMA PARCERIA COM PROCENGE PARA IMPULSIONAR STARTUPS CONJUNTAMENTE



O novo programa do CESAR.LABS, o Corporate Partners, criado para acelerar startups e as aproximar de empresas maduras, acaba de firmar sua primeira parceria. Quem está apostando neste novo modelo de aceleração é a Procenge, empresa nacional de tecnologia da informação. Filipe Pessoa, executivo-chefe de empreendedorismo do CESAR.LABS, explica que organizações de segmentos diversos como saúde, tecnologia, energia e agronegócio podem se associar ao programa, que surge com a vocação de aproximar corporações à startups utilizando uma metodologia bem estruturada de aceleração.

 “Em 20 anos, o CESAR já auxiliou a criação de mais de 40 empresas utilizando distintas metodologias. Mais recentemente, amadurecemos um modelo de aceleração de startups que combina as nossas competências com as das corporações para localizar e desenvolver negócios nascentes de forma mais eficiente.”, acrescentou o executivo.
Para o diretor geral da Procenge, José Cláudio de Oliveira, o modelo de aceleradora corporativa criado pelo CESAR.LABS permite, além de acelerar startups de maneira eficaz, gerar sinergias. ”Associamo-nos a uma organização que já tem experiência, metodologia e networking necessários para isso. O objetivo final é enriquecer nosso portfólio de soluções, somando aos nossos produtos aqueles desenvolvidos por startups. Queremos agregar valor às atividades dos clientes, ampliando as oportunidades de negócios para nós e para as aceleradas”, explica José Cláudio.
Filipe também explica que no programa cada participante tem papel específico. “Para que as chances de sucesso das startups sejam ampliadas, definimos bem os papéis dos parceiros. O Corporate Partner contribui com o capital, conhecimento do segmento, problemas, oportunidades de inovação e conexões com clientes. Já o CESAR.LABS, vem para executar o processo de captação e aceleração das empresas - fornecendo gestão do programa, metodologia de aceleração, consultoria técnica especializada e um conjunto de serviços de valor agregado para o desenvolvimento das startups”, comenta.

 “Estou muito satisfeito por termos encontrado uma afinidade e alinhamento tão grandes com o CESAR nesta iniciativa de inovação aberta para aceleração de startups. Estou convicto de que juntos vamos desenvolver bons negócios e alcançaremos resultados sustentáveis”, afirma José Luna, diretor de produtos & inovação da Procenge.

 Bons resultados

Nos últimos dois anos, o CESAR.LABS realizou a aceleração de oito startups, sendo quatro delas de hardware e quatro de software. Os principais resultados comercias alcançados até o momento são: uma das startups passou de faturamento zero ao seu ponto de equilíbrio em menos de 6 meses e se encontra gerando lucros, com previsão de faturamento de R$ 1,7 milhão no seu segundo ano de vida. Outras duas startups tiveram seus produtos validados e adquiridos por clientes, encontrando-se em fase de expansão de sua atuação comercial. No que diz respeito a novas rodadas de investimento, uma startup recebeu aporte de R$ 700 mil para desenvolver projeto em joint venture com parceiro estratégico. Outra recebeu R$ 200 mil adicionais de investidores privados para seguir o desenvolvimento do produto. Uma terceira encontra-se em negociação com Fundos de Capital de Risco para captação da sua primeira rodada.

Sobre a Procenge - A Procenge é uma empresa nacional de Tecnologia da Informação especializada em soluções de gestão integradas, abrangendo desenvolvimento, implantação, consultoria e treinamento. Seus principais softwares são o ERP Pirâmide, para gestão administrativa, financeira e operacional, que atende organizações de todos os portes e segmentos em todo o Brasil e conta com mais de 16 mil usuários; o MobiServices, uma plataforma de criação ágil de aplicativos para dispositivos móveis, para empresas que necessitem de mobilidade e comunicação em tempo real; e o InnFluit, plataforma BPMS que integra e automatiza processos no mais alto grau de especificidade e aderência, possibilitando criar sistemas web customizados e integrados num mesmo ambiente conforme demanda de cada empresa. A Procenge também oferece soluções de BI (Inteligência de Negócios) e desenvolve sistemas de gestão para verticais como Saneamento, Gás, Manufatura, Serviços e Governo. A companhia está sediada no Recife (Porto Digital) e possui filial em São Paulo.  Saiba mais sobre nossas soluções em www.procenge.com.br.

SOBRE O CESAR

O CESAR é um centro privado de inovação que cria produtos, serviços e empresas com Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs). Desde 1996, a instituição desenvolve soluções em todo o processo de geração de inovação em e com TICs - desde o desenvolvimento da ideia, passando pela concepção e prototipação, até a execução de projetos para empresas dos mais diversos setores, como: telecomunicações, eletroeletrônicos, defesa, automação comercial, financeiro, logística, energia, saúde e agronegócio. Atendendo a clientes como o Exército Brasileiro, Fundação Telefônica, Oi Futuro, Alcatel, Gemalto, Bematech, Rapidão Cometa, LG, Sonae Sierra Brasil, Whirlpool, Tetrapak, Motorola, Positivo, Samsung, CHESF, Siemens e Saraiva.
O CESAR desenvolve novos negócios, sendo certificado pela Startup Brasil, desde 2014, para operar como uma Aceleradora oficial no programa de fomento a criação de startups no país. Além disso também atua na área educacional, com cursos de extensão e mestrado profissional em TICs, além de oferecer consultorias tanto para a criação de modelos/metodologias educacionais inovadoras, como para criação de estratégias de negócio conectadas com tecnologia.

Prêmios e reconhecimentos nacionais validam a contribuição do CESAR para o desenvolvimento da indústria de inovação no país. Destaque para o Prêmio FINEP de Mais Inovadora Instituição de Pesquisa do Brasil (2004 e 2010), o Prêmio de Modelo de Negócios Mais Inovador do País pela Revista Época Negócios (2009) e o Prêmio Info200 de Melhor Empresa de Serviços de Software (2005). Mais em www.cesar.org.br.

LINK:
http://www.cesar.org.br/pressreleases/20/10/2016/aceleradora-do-cesar-firma-parceria-com-procenge-para-impulsionar-startups-conjuntamente

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Novartis tira do papel projeto de fábrica de US$ 300 mi em Pernambuco


MARINA GAZZONI - O Estado de S.Paulo


O grupo farmacêutico suíço Novartis vai finalmente tirar do papel o projeto de uma fábrica de vacinas em Pernambuco. A unidade deve custar US$ 300 milhões e será o maior investimento da empresa no País. A fábrica foi anunciada pela companhia em 2007, e deveria entrar em operação em 2012. Mas o projeto ficou parado e só foi retomado este ano.
O motivo para o atraso foi a complexidade tecnológica do empreendimento, afirmou o presidente da Novartis Brasil, Alexander Triebnigg. "Não é fácil viabilizar um plano de negócios para uma fábrica de vacinas de biotecnologia", disse. A unidade pernambucana, que deve ficar pronta em 2014, será a primeira de uma farmacêutica global a produzir medicamentos biotecnológicos na América do Sul.
A nova fábrica foi alvo de uma disputa entre os países emergentes. "Atrair um investimento é uma verdadeira luta. Nenhum país ganha uma fábrica de graça", diz Triebnigg. A favor do Brasil pesou a estabilidade da economia, o posicionamento do País em relação à proteção de propriedade industrial e os projetos do governo para a saúde pública. "Nenhum líder de uma empresa multinacional consegue superar isso em outro Bric", disse.
O executivo ressaltou que a empresa tem condições de financiar o projeto com recursos próprios, mas admitiu que está em negociações para captar crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Novartis também está em conversas com os governos estadual e federal para receber incentivos fiscais.
O Brasil superou recentemente Canadá, Inglaterra e a Itália e se tornou o sexto maior mercado da Novartis. O grupo já tem quatro fábricas no País - em Cambé (PR), Taboão da Serra (SP), São Paulo (SP) e em Rezende (RJ).
A divisão de vacinas é uma das mais novas. A Novartis entrou neste mercado apenas em 2006, após aquisição da Chiron. Hoje, é a quinta maior fabricante de vacinas do mundo e possui medicamentos para prevenir cerca de 20 doenças. O tipo de vacina que será produzido no Brasil ainda não foi anunciado pela empresa.
Em 2010, a receita líquida do segmento de vacinas e diagnósticos somou US$ 2,9 bilhões, um crescimento de 25% em relação ao resultado do ano anterior. O faturamento total do grupo somou US$ 50,6 bilhões.
Mercado novo. O Brasil não é um mercado com tradição na produção de vacinas por empresas privadas, de acordo com o vice-presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo (Sindusfarma), Nelson Mussolini. A maior parte dos produtos utilizados no País é importada ou produzida por laboratórios ligados ao governo, como o Instituto Butantan e o Bio-Manguinhos.
"O setor está aquecido e deve crescer no Brasil. O governo tem comprado mais vacinas e feito mais campanhas entre a população", diz Mussolini. A estimativa dele é que entre 85% e 90% das vendas de vacinas no País são feitas para o Ministério da Saúde. Até setembro de 2011, foram aplicadas mais de 61 milhões de doses de vacinas no Brasil, segundo dados do Datasus.
Para o Sindusfarma, as grandes farmacêuticas devem elevar a importação de vacinas, mas poucas devem decidir produzir no Brasil. "Não tivemos grandes investimentos neste setor no passado e a indústria se concentrou em outros países. O comum é produzir em um laboratório e exportar para o resto do mundo", afirma Mussolini. Hoje, os principais polos de produção de vacinas são Itália, Inglaterra, Índia e Estados Unidos.


FONTE: http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,novartis-tira-do-papel-projeto-de-fabrica-de-us-300-mi-em-pernambuco-,787393,0.htm

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Siemens planeja abrir mais duas fábricas no Brasil



Os locais ainda não foram definidos (Foto: AFP)

A Siemens pretende abrir duas novas fábricas no país até 2013. Segundo o presidente da companhia no Brasil, Paulo Start, a primeira será uma unidade voltada para o segmento de saúde. Atualmente, os equipamentos da Siemens são responsáveis por 30% dos diagnósticos por imagens feitos no país. As informações são da Agência Estado.

A segunda será uma fábrica de motores voltadas para atender as necessidades do mercado brasileiro, especialmente nas áreas de mineração e de petróleo e gás. O local da nova unidade ainda não foi definido, mas, segundo o executivo, deverá ser anunciado em breve.

Start lembra que a fábrica vai ajudar a indústria local a atender as demandas por conteúdo loca exigidas pelo governo brasileiro. Segundo Start, os equipamentos da companhia estão em 2/3 das plataformas de petróleo em operação no país. [Da AE]


FONTE:
http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2012/05/23/siemens-planeja-abrir-mais-duas-fabricas-no-brasil/

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

FIAT DÁ A LARGADA PARA NOVA FÁBRICA EM PERNAMBUCO


[INSTITUCIONAL] 28/12/2010
O lançamento da pedra fundamental da nova fábrica da Fiat no Complexo Industrial Portuário de Suape, na Região Metropolitana do Recife, foi comemorado pelo presidente da República, Luís Inácio Lula da Silva, e pelo CEO mundial do Grupo Fiat, Sergio Marchionne.  O ato simbólico de início das obras aconteceu na tarde desta terça-feira (28/12), no Porto de Suape, com a presença de cerca de 1.000 convidados, entre autoridades e membros da comunidade.Também presentes, o governador Eduardo Campos e o presidente da Fiat na América Latina, Cledorvino Belini, destacaram os benefícios econômicos e sociais que virão com o empreendimento, como a atração de novas indústrias e a capacitação técnica de um grande contingente de profissionais.

As principais definições do novo projeto foram apresentadas pelo presidente Belini: a fábrica ocupará um terreno de 4,4 milhões de metros quadrados, a cerca de 13 quilômetros do Porto de Suape. Os investimentos somam R$ 3 bilhões e a capacidade de produção será de 200 mil veículos por ano, a partir de 2014. A fábrica produzirá  novos modelos de automóveis, desenvolvidos no Brasil e voltados para a demanda do consumidor brasileiro e latino-americano. Além da fábrica, os investimentos abrangem a construção de um Centro de Pesquisa & Desenvolvimento, além de um amplo programa de treinamento de recursos humanos para operar o novo empreendimento.

O polo industrial em torno da fábrica de automóveis reunirá ainda fornecedores de componentes e sistemas, em uma arquitetura de negócio e produção que privilegia os ganhos logísticos e a eficiência, otimizados a partir da localização estratégica de Suape, que favorece a movimentação tanto de insumos quanto de produtos acabados.  “Esta combinação resultará em ganhos de competitividade para a Fiat, diante do esperado crescimento do mercado automotivo brasileiro, e transformará o panorama econômico da região”, afirmou Belini. Ao operar a plena capacidade, o pólo industrial de Suape gerará cerca de 3,5 mil empregos diretos, estendendo sua influência também para outros setores e negócios.

Os investimentos na nova fábrica, de R$ 3 bilhões, fazem parte do total de R$ 10 bilhões a serem aplicados pela Fiat no Brasil, entre 2011 a 20l4, sendo que R$ 7 bilhões destinam-se ao acréscimo de 150 mil veículos na capacidade de produção anual da planta de Betim, em Minas Gerais, que passará a 950 mil unidades/ano, além de desenvolvimento de novos produtos e tecnologias. “O Brasil é hoje um dos lugares do mundo onde os investimentos encontram um dos ambientes mais seguros e promissores”, afirmou Marchionne, ressaltando que não é a primeira vez em que exprime essa opinião e que agora este é um fato reconhecido internacionalmente.

A relevância do Brasil para a Fiat foi enfatizada pelo principal executivo do Grupo: “Especialmente nos últimos dois anos, quando todas as indústrias do mundo enfrentaram uma crise assustadora, o aporte das operações brasileiras ao Grupo Fiat foi determinante”, disse Marchionne. Ele reafirmou a meta de superar a marca de 1 milhão de veículos vendidos no Brasil até 2014 e destacou que os laços entre a Fiat e o Brasil têm raízes mais fortes do que puramente os aspectos econômicos e comerciais. “Crescemos como parte integrante do sistema brasileiro, compartilhando as dificuldades, os desafios e o sucesso”, disse ele em seu pronunciamento. “Tenho grande satisfação em perceber que a Fiat aqui é considerada como uma empresa do País, e posso assegurar que não há lugar no mundo onde também nós nos sintamos tanto em casa como no Brasil”.

A solenidade no Porto de Suape contou com a presença de diversas autoridades públicas e empresariais do Estado, além de concessionários da Fiat da região Nordeste e de executivos das principais empresas fornecedoras de peças e componentes. Os convidados tiveram como atrações apresentações do grupo de maracatu Leão Dourado, da Orquestra Cidadã Meninos do Coque (um dos projetos sociais mais bem sucedidos do Recife) e do grupo musical do Programa Árvore da Vida, realizado pela Fiat junto à comunidade do bairro Jardim Teresópolis, vizinho à fábrica de Betim. Além do lançamento simbólico da pedra fundamental da nova fábrica, foi montada também uma “cápsula do tempo” – uma caixa contendo arquivos e objetos que será enterrada no local da futura fábrica como referência da data de seu lançamento.



terça-feira, 25 de outubro de 2011

Eduardo inaugura fábrica da Kraft Foods em Vitória de Santo Antão



O governador Eduardo Campos participa amanhã (03/05/2011), às 9h30, da inauguração da primeira unidade no estado da empresa de alimentos Kraft Foods, em Vitória de Santo Antão.
Na nova fábrica foram investidos mais de R$ 100 milhões, empregando 600 pessoas na fase inicial. A estimativa é que esse número chegue a mais de mil trabalhadores.
Na cerimônia será anunciada a expansão da unidade, tornando-se a maior linha da empresa na América Latina. Para a nova etapa serão adicionados R$ 50 milhões ao investimento inicial, o que gerará mais 200 empregos diretos.
A Kraft Foods produzirá, na unidade de Vitória de Santo Antão, as bebidas em pó Tang e Fresh, os chocolates Bis e os tabletes Lacta. Para se instalar no Estado, a empresa recebeu, como contrapartida do Governo do Estado, incentivos fiscais através do PRODEPE, além do terreno de cerca de 300 mil m² e a construção das vias de acesso, com respectiva faixa de desaceleração (investimentos da ordem de R$ 1,7 milhão).
Durante a construção do empreendimento, foram abertos 500 postos de trabalho na construção civil.


FONTE:
http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/jcnegocios/2011/05/02/eduardo-inaugura-fabrica-da-kraft-foods-em-vitoria-de-santo-antao/

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Agfa HealthCare adquire WPD



O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar


A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.

Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.

De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.

FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/

Agfa HealthCare adquire WPD

O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar


A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.

Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.

De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.

FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/

Agfa HealthCare adquire WPD

O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar


A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.

Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.

De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.

A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.

FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Nordeste tem expansão vigorosa da atividade econômica, indica Boletim do Banco Central

Publicado em 03.08.2010, às 13h59

A atividade econômica apresenta comportamentos distintos nas regiões do país, indica o Boletim Regional do Banco Central (BC), divulgado nesta terça-feira (3). Enquanto na Região Norte foi registrada continuidade da recuperação e no Nordeste houve “expansão vigorosa”, no Centro-Oeste, Sul e Sudeste houve redução no ritmo de crescimento.

Segundo o relatório, a economia do Nordeste “seguiu a tendência observada em nível nacional, no primeiro trimestre de 2010, apresentando expansão vigorosa, comparativamente ao mesmo período do ano anterior”. Segundo o relatório, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos, nesse período, cresceu 9,5% na Bahia, 8,9% no Ceará e 7,8% em Pernambuco.

“A evolução dos principais indicadores da atividade econômica sinalizou a continuidade desse desempenho no trimestre encerrado em maio”, informa o relatório. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-NE), calculado pelo BC, apresentou expansão de 3,3%. No trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, o crescimento havia sido de 2,2%.

Já a atividade econômica na Região Norte segue em recuperação, apesar do menor crescimento do IBCR-N. Esse indicador cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio em relação ao finalizado em fevereiro, quando o indicador havia crescido 4,3%, no mesmo tipo de comparação (em relação ao trimestre encerrado em novembro). O impulso para a região vem da indústria que “cresceu acima de 20% nos cinco primeiro meses deste ano, em relação a igual período de 2009”. Essa expansão da indústria é reflexo do fortalecimento da demanda interna, com aumento das vendas varejistas.

No Centro-Oeste, houve “arrefecimento” da atividade econômica, informa o boletim. O IBCR-CO registrou alta de 1,4% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia crescido 3,2%, segundo o mesmo tipo de comparação. O boletim destaca o “relativo dinamismo da indústria e da pecuária bovina, e a ampliação na geração de empregos, que deverá assegurar o desempenho do comércio varejista da região”.

Na Região Sudeste também foi registrada redução no ritmo de expansão, apesar do dinamismo da produção industrial. O IBCR-SE cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro. A expansão anterior havia sido de 3,2%.

No Sul também foi verificado menor ritmo da atividade econômica, com crescimento de 1,8% do IBCR-S, no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia aumentado 3,9% no mesmo tipo de comparação. O boletim enfatiza ainda que “o dinamismo do consumo interno vem originando algum descompasso entre a oferta e a demanda [por produtos e serviços] agregadas, suscitando a atuação do Banco Central para assegurar a manutenção da estabilidade dos preços”.

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Schincariol abrirá 300 vagas no Estado

Schincariol abrirá 300 vagas no Estado


Publicado em 16.04.2010

Ampliação custará R$ 114 mi. Devassa será produzida no Estado

O Grupo Schincariol vai investir R$ 114 milhões para ampliar a sua fábrica recifense, localizada no bairro da Guabiraba, na Zona Norte, que é responsável por produzir cervejas (Nova Schin, Glacial e Primus) e refrigerantes (sabores cola, laranja, soda e guaraná). Até 2011, a unidade passará a fabricar 420 milhões de litros de bebidas por ano (hoje são 340 milhões). O investimento criará 300 novos postos de trabalho diretos, mais especificamente nas áreas operacional e administrativa. A preferência será por mão de obra local, revelou o diretor de relações Institucionais do Grupo Schincariol, José Domingos Francischinelli. E, no segundo semestre deste ano, ainda de acordo com o executivo, a unidade de Recife começará a produzir a cerveja artesanal Devassa.

No anúncio feito ontem no Palácio do Campo das Princesas, Francischinelli comentou que os planos da empresa são de aplicar mais R$ 86 milhões na unidade, a partir de 2012, também para aumento da produção e início da fabricação da linha de sucos da marca Fruthos no Estado. Com isso, até 2014, a planta vai produzir 600 milhões de litros por ano de bebidas. Atualmente, as fábricas pernambucanas do Grupo Schincariol (do Recife e de Igarassu) atendem, além de Pernambuco (onde é líder no segmento de cervejas, com 37% de participação, segundo dados da Nielsen, empresa especializada em informações de mercado), a Paraíba, Sergipe e o Rio Grande do Norte.
“Nós estávamos operando com toda a nossa capacidade de produção desde o ano passado. Pernambuco é o Estado que mais cresce no Nordeste e isso tem elevado o consumo de bebidas”, comentou o executivo. Quanto a fabricação da marca Devassa, Francischinelli explicou que o produto é muito bem aceito no Sul e Sudeste, o que lhe dá cacife para ser inserido com maior impacto no mercado nordestino. E com a fabricação local, o natural é que haja uma diminuição no preço final para o consumidor, pois gastos como o de logística serão reduzidos, acrescentou.
Inicialmente, o Grupo Schincariol pretendia instalar uma nova fábrica em outro Estado. Sergipe e Paraíba estavam na briga. No entanto, bastou um dia de negociação com o governo do Estado para ficar acertado um aumento nos benefícios fiscais da empresa. Antes, a indústria tinha uma isenção de 75% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e agora passará a ter 85%. “Isso foi feito para evitar que a fábrica migrasse”, revelou o diretor de negócios da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Aimar Soriano.
Além da manutenção do empreendimento em solo pernambucano, a ampliação da fábrica irá trazer outros reflexos positivos para economia do Estado. Para acompanhar o aumento na produção, haverá um crescimento de importações de malte, cevada e lúpulo (ingredientes da cerveja) e maior compra de açúcar e latas de fornecedores locais. No primeiro momento, o investimento irá contemplar a área de construção civil (aquisição de área e reformas estruturais). Em seguida, será feita a compra de novas máquinas e equipamentos, para então ter início as contratações de novos empregados. A empresa emprega hoje 1.150 pessoas na unidade da capital.
FONTE: http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/04/16/not_373645.php

terça-feira, 6 de abril de 2010

Refinaria pode atrair projetos de US$ 200 mi

A Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, e a empresa norte-americana Oxbow Carbon Minerals LLC assinaram ontem dois acordos que devem resultar na instalação de uma unidade de beneficiamento de coque - subproduto do petróleo produzido na refinaria. O primeiro acordo firmado formalizou um estudo de viabilidade da unidade de calcinação, enquanto o segundo documento trata da parceria para a comercialização do coque pela Petrobras e pela Oxbow. O investimento total no empreendimento chega a US$ 200 milhões.

"Foram cerca de três anos discutindo a possibilidade de instalar uma unidade calcinadora de coque, matéria-prima da indústria de alumínio. A consolidação deste projeto trará para Pernambuco a terceira calcinadora deste tipo no país. Hoje, a única em operação encontra-se em São Paulo e a Petrobras vai começar a construção da segunda unidade, no Rio de Janeiro", explicou o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.

A unidade de calcinação agregavalor aos subprodutos do petróleo produzido na refinaria. A calcinadora transformará o coque verde em coque em pó. A previsão é de que a empresa tenha capacidade de processar 500 mil toneladas de coque por ano (mesma quantidade beneficiada atualmente em Cubatão, onde funciona a única calcinadora do Brasil). As negociações começaram em 2007, durante visitas do governador Eduardo Campos a escritórios da Oxbow em Miami (EUA) e em Roterdã (Holanda).

"Essa unidade industrial vai ajudar a aumentar a receita da refinaria e das empresas que vão se instalar aqui. É mais um investimento que coloca Suape no centro de empreendimentos nas áreas de petróleo, gás e offshore. A previsão é de 300 empregos diretos com a instalação", frisou o governador Eduardo Campos.
De acordo com o presidente da subsidiária da Oxbow no Brasil, a Tecop, Jan Ruijsenaars, o destino do coque processado deve ser a Europa, os Estados Unidos e alguns países do Oriente. O coque, depois de processado, é utilizado, entre outros setores, nas indústriasde alumínio, cimento e cerâmica - dependendo do teor de enxofre presente.
 
"O estudo de viabilidade deve demorar cerca de um ano para ficar pronto e a unidade calcinadora ficará pronta um ano e meio depois da conclusão da refinaria. Já atuamos neste tipo de empreendimento em outras partes do mundo, inclusive na Argentina e no Kwait", detalhou Ruijsenaars.


Refinaria Abreu e lima
Área total - 660 hectares (70% de área construída)
Investimento total - US$ 13,3 bilhões*
Compromissos já assumidos pela Petrobras - US$ 10 bilhões*
Total já executado - US$ 984 milhões*
Empregos - 5.180 trabalhadores atualmente; 8 mil até o fim de 2010; e 23.500 em outubro de 2011 (pico da construção)
Capacidade de processamento - 230 mil barris/dia
Produção - 70% de diesel e os 30% restantes de subprodutos de petróleo

FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/06/economia5_0.asp

sexta-feira, 26 de março de 2010

Sem inovação, só resta a morte - Entrevista Silvio Meira

Sem inovação, só resta a morte - Entrevista Silvio Meira

Entrevista publicada no Jornal do Commercio em 07.10.2009

O cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Silvio Meira, acredita que inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. De fato, ele chega a comparar o conceito ao processo evolutivo proposto por Charles Darwin. “Inove ou morra”, diz, incisivo. Em conversa com o repórter Jacques Waller, Meira diz que Pernambuco conseguiu estruturar o ambiente acadêmico, mas agora é preciso melhorar o cenário de negócios para que o Estado se torne exportador de inovação. Ele destaca ainda que os grandes empreendimentos conquistados, como o estaleiro e a refinaria, são, na verdade, um grande desafio ao espírito inovador local. “Seremos somente uma economia industrial tardia”, provoca. Confira abaixo a entrevista.
JC – O que é inovação? Quais seriam bons exemplos de inovação tecnológica?

SILVIO MEIRA – Inovação é algo muito complicado de definir, mas se abstrairmos certos elementos, podemos chegar na seguinte definição: inovação é uma mudança no comportamento dos agentes de mercado, enquanto produtores e consumidores. E é algo que só ocorre no mercado. Quer dizer, se eu tiver uma grande ideia no laboratório, essa ideia, por si só, não é inovação. Inovação é deixar de comprar livros na livraria para comprar na Amazon, por exemplo. A tríade MP3, internet e Torrent modificou o jeito que se consome música. Assim como a tríade PDF, internet e e-paper vai mudar radicalmente o mercado editorial nos próximos anos. Carro a álcool foi uma inovação. E veja que não é porque algo é inovador que não vai ter problemas. Carro a álcool foi problema por 15 anos. Eu sei porque tive um.

JC – Qual o papel da inovação na economia?
SILVIO MEIRA – A inovação é a única forma de garantir a sobrevivência em longo prazo. E quando falamos em longo prazo, devemos lembrar que no Brasil todo ano temos o chamado dissídio. Isso significa que todo ano os funcionários têm aumento de salário, independente de aumento de produtividade. E para garantir que haja aumento de produtividade, tem que ter inovação, para melhorar produtos e processos. Se eu tenho uma perda de 30% em algum processo e diminuo para 10% através de inovação, houve uma evolução. Inovação é um processo darwiniano. É evolução das empresas. Um mercado não passa de uma ecologia. É um processo natural de competição e cooperação para sobreviver.
JC – Pernambuco pode se tornar um exportador de inovação?
SILVIO MEIRA – Qualquer lugar que combine conhecimentos, e não só conhecimento nas universidades, mas na cadeia de valor, pode ser exportador de inovação. O Porto Digital, por exemplo, é uma inovação a partir de Pernambuco. Mas não é para Pernambuco. Não dá para fazer as coisas para o Estado, ou para o Brasil. Tem que fazer para o mundo. Tem que investir e empreender para o mundo. Imagine se a Microsoft decidisse dominar o mercado de governo de Seattle, nos Estados Unidos? Eles certamente seriam a maior empresa de Seattle, mas não teriam o tamanho que têm hoje. Pernambuco tem que pensar para fora. Um empreendimento como Suape apenas toca Pernambuco, porque toda a cadeia de valor deles já vem de fora. Mas será que tem algo nessa cadeia que podemos liderar? Porque inovar significa que você é líder em algo, ou seja, você cria valor de forma mais significativa do que todo o resto do mercado. E pra isso é necessário algo que se faz muito pouco no Brasil, que é empreendimento.

A falta de alternativa para empreender acaba capturando uma parte significativa da inteligência brasileira. Temos que atrair essa inteligência. E temos que atrair investidores. Precisamos de uma cadeia de investimento aqui, de repente até insumos estatais que podem durar décadas. Agora, não adianta apenas botar recursos. É necessário dar capacidade de alavancagem. Empreendimento e investimento local são primordiais, mas de classe global.
JC – O que é necessário para isso acontecer?

SILVIO MEIRA – O Estado precisa apostar na criação de fundos de investimento locais para a geração desse espaço de empreendedorismo, para atrair este empreendedor e fazê-lo criar negócios em Pernambuco. Todos os Estados vêm investindo em conhecimento e Pernambuco fez isso muito bem. Agora, é preciso proporcionar condições para que as pessoas queiram empreender e investir aqui.

JC – E quais são os desafios para criar uma economia de inovação?

SILVIO MEIRA – Pernambuco foi desindustrializado e está sendo reinserido no contexto industrial agora. São empresas que estão aqui, mas que têm zero por cento de suas decisões tomadas localmente. E isso vai gerar um grande desafio. Pernambuco vai ser apenas uma região industrial tardia? Além disso, fábricas agregam muito pouco valor. A fábrica que atualmente é a mais interessante, quer dizer, que não polui e é econômica, simplesmente não emprega. Nos países desenvolvidos, essas fábricas são apenas 20% dos empregos e da renda. Esses países mandam as fábricas para a periferia e retêm seus centros de desenvolvimento. Na China, por exemplo, fica só o custo de produção e o mínimo do lucro. O resto vai para a sede, onde o produto foi desenhado. Este é, aliás, o desafio de Toritama. A cidade tem que deixar de ser provedora de costura para investir em marca e design.
JC – O que é preciso para estimular uma cultura de inovação?
SILVIO MEIRA – É muito simples. Basta convencer todo mundo que para sobreviver é necessário evoluir. Inove ou morra! Simples assim.


FONTE: http://www.pernambucoinovador.com.br/noticias/ler/17

sexta-feira, 19 de março de 2010

JCPM apresenta projeto do maior shopping do Nordeste no Recife

Publicado em 18.03.2010, às 11h13
Do JC Online

O empresário João Carlos Paes Mendonça apresentou, na manhã desta quinta-feira (18), ao prefeito do Recife, João da Costa, e secretariado o projeto do maior centro de compras do Norte/Nordeste, que deverá ser construído no bairro do Pina, Zona Sul da cidade, na antiga Fábrica da Bacardi. O investimento no mega empreendimento, que inclui o RioMaR Shopping e três torres empresariais, é de R$ 500 milhões. O projeto já está em tramitação na Prefeitura do Recife e João da Costa afirmou que tem seu apoio, devido à importância para a cidade.

"É um projeto diferenciado e será tratado assim, mas sem atropelar as regras. Com certeza, o resultado da tramitação sai ainda este ano", garantiu o prefeito. Em contrapartida, João Carlos Paes Mendonça afirmou que, uma vez aprovada, a construção começa em um prazo de 60 dias. A previsão é de que as obras durem 24 meses, com inauguração em meados de novembro de 2012.

Numa área total de 202.710 metros quadrados, o projeto do centro de compras prevê 476 lojas, das quais 18 âncoras e sete mega lojas, 11 restaurantes, além de praça de alimentação, 14 salas de cinema, teatro com cerca de 500 lugares e estacionamento com 6.050 vagas. A área total construída, com cinco pisos, terá 260 mil metros quadrados. O nome RioMar é uma referência à localização, entre o rio e o mar. O projeto paisagístico é do arquiteto Luiz Vieira

As três torres empresarais, em área privativa de 42.147 metros quadrados, contarão com 1.900 vagas de estacionamento. "O RioMaR Shopping é a realização de um grande sonho de dotar o Recife de um dos maiores e mais modernos centros de compra do País", confessou Paes Mendonça. A construção do empreendimento tem assinatura do grupo Andrade Mendonça.

Para o prefeito João da Costa, obras como a apresentada hoje mostram a importância de projetos como a Via Mangue, que tem previsão para sair do papel até 2013. "É compatível com as obras de mobilidade propostas para a Zona Sul", destacou.

A implantação da parte viária da Via Mangue compreende cerca de cinco quilômetros e será feita em três etapas. A primeira será entre a Rua Antônio Falcão, em Boa Viagem, e o Parque dos Manguezais, com dois quilômetros. A segunda será até a Ponte Paulo Guerra, no Pina. E a terceira compreende a construção de dois elevados ligando a Rua Antônio Falcão às margens dos Canais de Setúbal e Jordão, além da alça alargando o Viaduto Capitão Temudo e ligando a Ponte Paulo Guerra à futura via.

Questionado se a Zona Sul da cidade comporta mais um centro de compras, João Carlos afirmou que "mercado é como coração de mãe, sempre cabe mais um". E acrescentou: "Não somos amadores. Com profissionalismo e credibilidade, qualquer empreendimento dá certo."

SUSTENTABILIDADE - Uma das preocupação do grupo JCPM foi com a questão ambiental, por isso o projeto terá 40 mil metros quadrados de área verde, com plantação no local de espécies nativas.

Dentro do conceito de sustentabilidade, o RioMar Shopping vai utilizar a água da chuva, que será armazenada e filtrada para o sistema de cargas de sanitários. Outra fonte de redução de consumo será o esgoto a vácuo, que reduzirá em 90% a necessidade de água para descargas e eliminará, na mesma proporção, o impacto de esgotamento sanitário da capital, com uma economia mensal de mais de 6 milhões de litros.

O RioMar terá cobertura de vidro, que permite o aproveitamento de 100% da iluminação natural. A redução de custos de energia elétrica chega a até 70%, entre as 10h e 17h.

RESPONSABILIDADE SOCIAL - Desde a construção do empresarial JCPM Trade Center (2006), também no Pina, que o grupo vem realizando projetos sociais na área de Brasília Teimosa. Com o novo empreendimento, a ideia é que essa ação seja ampliada, com uma área reservada de mil metros quadrados para o funcionamento do Instituto JCPM de Compromisso Social, que pretende alcançar dois mil estudantes. "Já trabalhamos com jovens com idades entre 16 e 24 anos, mas sabemos que há necessidade de começar mais cedo. Queremos alcançá-los a partir dos 12 anos", disse o empresário João Carlos.

O empreendimento vai gerar dois mil empregos durante a obra e sete mil diretos quando estiver em funcionamento. A previsão é de gerar, anualmente, R$ 150 milhões de impostos federais, estaduais e municipais, após a inauguração.

PARTICIPAÇÃO - O Grupo JCPM tem participação nos shoppings Recife, Tacaruna, Guararapes e Plaza, no Grande Recife; Shopping Jardins e RioMaR, em Aracaju (SE); Salvador Shopping, na Bahia; Shoppins Villa-Lobos, em São Paulo; e outros dois centros de compra em construção: Granja Vianna, na cidade de Cotia (SP), previsto para inaugurar em 2011, e o Salvador Norte Shopping, na Bahia, cuja inauguração será no segundo semestre de 2010.

Na época da inauguração do Salvador Shopping, os pernambucanos ficaram sem entender por que o Recife não foi escolhido para abrigar um empreendimento daquele porte. Hoje, durante a apresentação do seu RioMaR, o empresário disse que o troco foi dado. "Este é o shopping dos meus sonhos. Iremos construir nesta cidade o maior centro de compras do Norte e Nordeste, um dos maiores do Brasil."

FONTE: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/economia/noticia/2010/03/18/jcpm-apresenta-projeto-do-maior-shopping-do-nordeste-no-recife-216862.php

quinta-feira, 18 de março de 2010

Pernambuco na mira do Grupo Assa

Publicado em 17.03.2010
Parceira da SAP e com vários projetos em andamento em Pernambuco, o Grupo Assa é outro que estuda abrir um escritório no Recife. A empresa, especializada em consultoria e solução de problemas em sistemas, atualmente está prospectando clientes no Estado e vê boas chances de ampliar sua presença local. “Estamos conversando com cerca de 30 novos clientes somente em Pernambuco. Se conseguirmos concretizar alguns desses negócios, abriremos um escritório no Recife”, diz o gerente do Grupo Assa, Osvaldo Hernandes. “Na verdade, temos essa decisão tomada. Sabemos que vamos para o Recife, mas estamos estudando a melhor configuração”, afirma.

Osvaldo conta que os negócios do Grupo no Estado começaram muito pequenos, há cerca de dois anos. “Fomos desenvolvendo alguns clientes no Nordeste, mas sem muita prospecção de mercado. Então percebemos que a região está crescendo de forma colossal”, diz Hernandes. “Decidimos nos movimentar de forma estruturada para captar negócios, especialmente em Sergipe e Pernambuco”, afirma.

O Assa utiliza um modelo de consultoria baseado em ocorrências, em vez de horas. Ou seja, a empresa contrata um número determinado de problemas a serem resolvidos, independente de quanto tempo aquela ocorrência demore para ser resolvida.

Um dos cases locais mais antigos do Grupo Assa é a consultoria de TI na implantação da plataforma SAP no Grupo Cornélio Brennand. De acordo com o gerente de TI do grupo pernambucano, Sérgio Barretto, há dois anos a empresa implantou o pacote completo de gerência de dados. “Usamos todos os componentes de back office, gestão de materiais, planejamento de produção e tudo o mais. Em muito curto prazo, percebemos os resultados”, conta.

A Cornélio Brennand atua nos setores de cerâmica, vidro e geração de energia, áreas distintas que foram unificadas com a plataforma SAP. “A qualidade da informação que é gerada agora é muito superior àquela de antigamente. Não há duplicidade de dados, por exemplo, o que nos traz muito mais confiança na informação”, diz o gestor. “Tudo isso dá muito mais agilidade na tomada de decisão”, conclui.

Barreto diz que a Brennand não vai parar por aí. Já está em andamento um projeto para ampliar a cobertura dos softwares da SAP dentro da empresa. “Temos muito para evoluir. Já estamos explorando novas aplicações nas áreas de inteligência de negócios, gestão de cadeia de suprimentos e outras funcionalidades”, diz.(J.W.)

FONTE: http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/03/17/not_369959.php

quarta-feira, 17 de março de 2010

Indústria do Nordeste se recupera mais rápido da crise

15/03/2010

Rio - Os estados do Nordeste estão se recuperando mais rapidamente da crise que as demais regiões do País. Analistas apontam o parque Industrial rico na produção de bens de consumo semi e não duráveis (alimentos, bebidas e calçados) e intermediários (petróleo, metalurgia e produtos químicos), além da disponibilidade de renda em consequencia de programas como o Bolsa Família, como motivos para o destaque dessa região na reação industrial.
Segundo dados do IBGE, enquanto a produção industrial na média nacional ainda estava em janeiro, em patamar 4,9% abaixo de setembro de 2008, o Ceará já havia mostrado uma expansão de 10,6%. Dados positivos nesssa comparação foram apurados também em Pernambuco (4,3%), Bahia (1,6%) e região Nordeste (reune todos os estados da região, com alta de 2,5%).
O mês de setembro de 2008 foi escolhido pelo instituto como base de comparação porque representa o último momento antes dos efeitos da crise sobre a insdustria, no qual o setor operava em patamar recorde. O economista da coordenação de insdústria, André Macedo, explica que os estados do Nordeste tem, na sua estrutura insdustrial, segmentos que ou sofreram menos impacto das turbulências que marcaram o setor no ano passado ou que mostraram forte reação no segundo semestre de 2009.
O economista do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi), Rogério Souza explica que a produção dos estados do Nordeste apresentou recuperação bem antes do que em outras regiões do País. Segundo ele o Ceará e a Bahia retomaram seu nível de produção de pré-crise já em novembro de 2009.
Em Pernambuco, de acordo com o Iedi, a recuperação veio ainda mais cedo e, em agosto de 2009, a produção pernambucana superava o nivel registrado em setembro de 2008. Segundo ele a região Nordeste está sendo beneficiada, "em grande medida", por fatores que chama de "estabilizadores automáticos" que atuam como fatores anticíclicos (que induzem o crescimento) e que têm relação com políticas de renda como, o Bolsa Família.
De acordo com o IBGE, os segmentos que estão impulsionando a produção no Nordeste como um todo, segundo os dados de janeiro, são produtos químicos (sobretudo etileno e polietileno), refino de petroleo e produção de alcool e industria metalurgica. Nos casos específicos, o Ceará mostra destaque em produtos têxteis, por causa do aumento na fabricação de tecido e fios de algodão; calçados e artigos de couro, sobretudo por causa de calçados de plástico femininos e produtos químicos.
Em Pernambuco os destaques são a produção de pilhas e baterias elétricas para veículos, produtos químicos e metalurgia básica, enquanto na Bahia os maiores incrementos foram apurados em refino de petróleo e produção de álcool e metalusgia básica.

http://www.abril.com.br/noticias/economia/industria-nordeste-se-recupera-mais-rapido-crise-956236.shtml

Empreendimentos de Suape serão tema seminário

Publicado em 16.03.2010, às 18h36

Do JC Online

Os empreendimentos que estão se implantando em Suape e as articulações locais e globais são o tema do segundo fórum do projeto Pernambuco Inovador, que vai ocorrer nesta quarta (17), das 18h às 20 horas, no auditório do Porto Digital, na Rua do Apolo 181, no Bairro do Recife.

O presidente do Estaleiro Atlântico Sul, Angelo Bellelis, é um dos palestrantes do evento.

Os palestrantes serão o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, o presidente do Estaleiro Atlântico Sul, Angelo Bellelis, o presidente da Refinaria Abreu e Lima, Marcelino Guedes e a economista Tânia Bacelar.

Serão realizados um total de dez fóruns até julho. O projeto também vai premiar as empresas que desenvolveram inovações baseadas na Tecnologia da Informação (TI). As inscrições para participar dos seminários podem ser feitas enviando o nome e e-mail para o seguinte endereço eletrônico: contato@pernambucoinovador.com.br

Já as inscrições para o prêmio, vão até o dia 30 de julho, e são realizadas pelo site (http://www.pernambucoinovador.com.br/).

FONTE: http://jc.uol.com.br/canal/cotidiano/pernambuco/noticia/2010/03/16/empreendimentos-de-suape-serao-tema-de-seminario-216695.php

domingo, 5 de abril de 2009

Visita Técnica ao Complexo Industrial Suape

No dia 21 de março participei de uma visita técnica a Suape com o objetivo de conhecer um pouco mais do funcionamento de um complexo portuário. Lá tive acesso também a algumas informações sobre os principais investimentos que ocorreram, estão ocorrendo e irão ocorrer em breve. Podemos adiantar que para a economia de Pernambuco, a hora é essa! Diante dessas oportunidades, poderemos aumentar nossa participação no PIB e ser melhor reconhecidos em algumas regiões do Brasil.

Alguns números nos foram apresentados e podemos concluir que o crescimento de Suape é coisa de gente grande. Nunca na história de Suape, se viu tantos investimentos sendo viabilizado. Suape, desde sua fundação, só tinha recebido investimentos na ordem de R$ 2 bilhões de reais, porém as características estratégicas de Suape foram colocadas em evidência pelo governo do estado de Pernambuco e atuamente a ordem de os investimentos lá já somam algo em torno de 20 bilhões de reais. (Esses dados podem ser facilmente econtrados no site: http://www.suape.pe.gov.br/ ou então me contacte que lhe envio).

Para registrar, resolvi publicar mais abaixo algumas fotos que "saquei" durante a visita:

1) Apresentação Institucional realizada pelo Inaldo Campelo:



2) Maquete do Complexo:



3 ) Área dos empreendimentos em fase de Terraplanajem:



4) Imagens do Cais do Porto de Suape com alguns navios:





* OBS: Qualquer navio que Suape recebe precisa ser estacionado por um "estacionador" profissional, sendo mais exato pelo Prático (nome oficial do cargo) e segundo informações do pessoal de Suape a remuneração para esse cargo é algo em torno de de R$ 100 mil por mês. Porém se um navio chegar ao porto as 2 horas da madrugada ele tem que ir lá no meio do sono, tomar o controle na embarcação (seja ela qual for) e "estacionar".

Quem quiser acompanhar ou contribuir com o blog de pernambuco, fique a vontade!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Porto Digital promove evento para apresentação do PRIME

Nesta quinta-feira, 02, às 09hs, os empresários do ecossistema local de Tecnologia da Informação terão a chance de conhecer, no Porto Digital, o Programa da Primeira Empresa Inovadora, PRIME. No evento, Eiran Simis, Gerente de Incubação do C.E.S.A.R, apresentará o projeto e esclarecerá dúvidas sobre a submissão de propostas ao edital, que concede R$ 120.000,00 por empresa selecionada. A apresentação será realizada no auditório do Porto Digital, localizado na Rua do Apolo, 181, Bairro do Recife.

Lançado pela Financiadora de Estudos e Projetos, FINEP, no dia 05 de março, o PRIME tem como objetivo apoiar cerca de 1.800 empresas inovadoras que possuem produtos e serviços com alto grau de inovação. O programa piloto, realizado através de 18 agentes situados em vários pontos do Brasil, beneficiará 80 empresas inovadoras mediante recursos de subvenção econômica, ou seja, recursos não reembolsáveis.

As empresas selecionadas poderão empregar o valor recebido na remuneração dos empreendedores, gestores e técnicos especializados e na contratação de consultorias mercadológicas e de gestão.

Para participar do PRIME, é necessário ser empresa nascente com até 24 meses de existência e com um elevado conteúdo de inovação em seus produtos e serviços. A empresa terá que apresentar um Plano de Negócios que indique potencial de crescimento e um conjunto de desafios e metas viáveis de serem cumpridas.

Nesta primeira fase do PRIME, o prazo máximo para a submissão de propostas é o dia 30 de abril. Por perceber a importância deste programa para o incentivo à inovação e pela proximidade do término do prazo de inscrições, o Porto Digital realizará o evento no dia 02, visando auxiliar os gestores com intenção de concorrer ao edital e despertar o interesse nos demais.

O edital do PRIME está disponível no site http://www.primepe.com.br.

FONTE: http://www2.portodigital.org/portodigital/imprensa/ultimasnoticias/39902;61097;0805;3200;14559.asp

segunda-feira, 23 de março de 2009

Fábrica da Sadia em Vitória pode empregar mais de 5 mil




A fábrica da Sadia em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata pernambucana, vai iniciar as operações com uma equipe de 200 funcionários, mas a previsão é de que venha empregar cerca de 5.500 mil pernambucanos. A informação é do diretor-presidente da empresa, Gilberto Tomazoni.

A Sadia estima duplicar o quadro de funcionários a cada três meses. "Vai depender da demanda, se o povo tem dinheiro para compra", justifica Tomazoni. Nas instalações da fábrica, serão 1.500 pessoas trabalhando em três turnos quando as cinco linhas de produção - mortadela, salsicha, linguiça, apresuntado e lanche - estiverem ativas.

Os 200 primeiros trabalharão na linha de mortadela, item que vai dar início as operações da fábrica no Estado. As máquinas começam a funcionar no final de março, em cerimônia com a presença de Lula. Nas instalações, ainda há o centro de distribuição e estação de tratamento de água.

Os funcionários da fábrica passam por quatro meses de aulas em escola profissionalizante, também localizada no município de Vitória de Santo Antão. A Sadia já capacitou 1.040 alunos e boa parte vai desempenhar a função de operador de produção.

"A ideia é formar o máximo de profissionais que possam ser aproveitados pela empresa. Por isso, a estimativa de gerar ainda 4 mil empregos indiretos", explica o diretor-presidente. Para tanto, o espaço da escola será permanente, mesmo depois de preenchida a capacidade de funcionários da fábrica.

No primeiro ano de operação no Estado, a Sadia estima produzir 44 mil toneladas de alimentos. A capacidade de produção da fábrica, no entanto, é de 150 mil toneladas por ano.


FONTE: http://jc3.uol.com.br/blogs/blogjamildo/canais/noticias/2009/03/06/fabrica_da_sadia_em_vitoria_pode_empregar_mais_de_5_mil_42264.php

POSTADO ÀS 17:27 EM 06 DE Março DE 2009