Que oportunidades você consegue identificar nas matérias abaixo em Pernambuco?
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Agfa HealthCare adquire WPD
O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar
A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.
Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.
De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.
FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/
Agfa HealthCare adquire WPD
O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar
A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.
Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.
De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.
FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/
A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.
Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.
De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.
FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/
Agfa HealthCare adquire WPD
O conhecimento do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar
A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.
Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.
De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.
FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/
A Agfa HealthCare, empresa que atua no segmento de diagnóstico por imagem e soluções de TI na área da saúde, anuncia, nesta sexta-feira, (09), que chegou a um acordo para adquirir todas as ações da WPD, uma
empresa de TI em saúde no Brasil. O preço da transação não foi revelado.
Segundo a Agfa-Gevaert, é parte da estratégia global da Agfa HealthCare auxiliar os países ao redor do mundo em seu desafio de racionalizar custos e desenvolver sistemas de saúde, incluindo a implantação de Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
E ressalta que o Brasil oferece oportunidades significativas de crescimento nos negócios que dizem respeito a TI na área da saúde. Para a empresa, como essa aquisição, a Agfa HealthCare entra no mercado brasileiro de Sistemas de Informação Hospitalar e possibilita que a empresa construa uma posição favorável no País.
De acordo com a WPD, o know-how do mercado local da WPD, adquirido ao longo de anos de serviços, irá combinar com a atuação européia da Agfa em Sistemas de Informação Clínica e Hospitalar.
A combinação do ORBIS Medical, já implantado em cerca de 900 instituições em toda a Europa continental, juntamente com as soluções em TI da WPD criarão um sistema de gestão de informação clínica de
(CIS), fornecendo aos clínicos brasileiros, com o intuito de fornecer aos brasileiros uma visão médica totalmente abrangente, finaliza.
FONTE:
http://saudeweb.com.br/24152/agfa-healthcare-adquire-acoes-da-wpd/
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Nordeste tem expansão vigorosa da atividade econômica, indica Boletim do Banco Central
Publicado em 03.08.2010, às 13h59
A atividade econômica apresenta comportamentos distintos nas regiões do país, indica o Boletim Regional do Banco Central (BC), divulgado nesta terça-feira (3). Enquanto na Região Norte foi registrada continuidade da recuperação e no Nordeste houve “expansão vigorosa”, no Centro-Oeste, Sul e Sudeste houve redução no ritmo de crescimento.
Segundo o relatório, a economia do Nordeste “seguiu a tendência observada em nível nacional, no primeiro trimestre de 2010, apresentando expansão vigorosa, comparativamente ao mesmo período do ano anterior”. Segundo o relatório, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos, nesse período, cresceu 9,5% na Bahia, 8,9% no Ceará e 7,8% em Pernambuco.
“A evolução dos principais indicadores da atividade econômica sinalizou a continuidade desse desempenho no trimestre encerrado em maio”, informa o relatório. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-NE), calculado pelo BC, apresentou expansão de 3,3%. No trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, o crescimento havia sido de 2,2%.
Já a atividade econômica na Região Norte segue em recuperação, apesar do menor crescimento do IBCR-N. Esse indicador cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio em relação ao finalizado em fevereiro, quando o indicador havia crescido 4,3%, no mesmo tipo de comparação (em relação ao trimestre encerrado em novembro). O impulso para a região vem da indústria que “cresceu acima de 20% nos cinco primeiro meses deste ano, em relação a igual período de 2009”. Essa expansão da indústria é reflexo do fortalecimento da demanda interna, com aumento das vendas varejistas.
No Centro-Oeste, houve “arrefecimento” da atividade econômica, informa o boletim. O IBCR-CO registrou alta de 1,4% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia crescido 3,2%, segundo o mesmo tipo de comparação. O boletim destaca o “relativo dinamismo da indústria e da pecuária bovina, e a ampliação na geração de empregos, que deverá assegurar o desempenho do comércio varejista da região”.
Na Região Sudeste também foi registrada redução no ritmo de expansão, apesar do dinamismo da produção industrial. O IBCR-SE cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro. A expansão anterior havia sido de 3,2%.
No Sul também foi verificado menor ritmo da atividade econômica, com crescimento de 1,8% do IBCR-S, no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia aumentado 3,9% no mesmo tipo de comparação. O boletim enfatiza ainda que “o dinamismo do consumo interno vem originando algum descompasso entre a oferta e a demanda [por produtos e serviços] agregadas, suscitando a atuação do Banco Central para assegurar a manutenção da estabilidade dos preços”.
Fonte: Agência Brasil
A atividade econômica apresenta comportamentos distintos nas regiões do país, indica o Boletim Regional do Banco Central (BC), divulgado nesta terça-feira (3). Enquanto na Região Norte foi registrada continuidade da recuperação e no Nordeste houve “expansão vigorosa”, no Centro-Oeste, Sul e Sudeste houve redução no ritmo de crescimento.
Segundo o relatório, a economia do Nordeste “seguiu a tendência observada em nível nacional, no primeiro trimestre de 2010, apresentando expansão vigorosa, comparativamente ao mesmo período do ano anterior”. Segundo o relatório, o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos, nesse período, cresceu 9,5% na Bahia, 8,9% no Ceará e 7,8% em Pernambuco.
“A evolução dos principais indicadores da atividade econômica sinalizou a continuidade desse desempenho no trimestre encerrado em maio”, informa o relatório. O Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR-NE), calculado pelo BC, apresentou expansão de 3,3%. No trimestre encerrado em fevereiro, em relação ao finalizado em novembro, o crescimento havia sido de 2,2%.
Já a atividade econômica na Região Norte segue em recuperação, apesar do menor crescimento do IBCR-N. Esse indicador cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio em relação ao finalizado em fevereiro, quando o indicador havia crescido 4,3%, no mesmo tipo de comparação (em relação ao trimestre encerrado em novembro). O impulso para a região vem da indústria que “cresceu acima de 20% nos cinco primeiro meses deste ano, em relação a igual período de 2009”. Essa expansão da indústria é reflexo do fortalecimento da demanda interna, com aumento das vendas varejistas.
No Centro-Oeste, houve “arrefecimento” da atividade econômica, informa o boletim. O IBCR-CO registrou alta de 1,4% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia crescido 3,2%, segundo o mesmo tipo de comparação. O boletim destaca o “relativo dinamismo da indústria e da pecuária bovina, e a ampliação na geração de empregos, que deverá assegurar o desempenho do comércio varejista da região”.
Na Região Sudeste também foi registrada redução no ritmo de expansão, apesar do dinamismo da produção industrial. O IBCR-SE cresceu 1,3% no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro. A expansão anterior havia sido de 3,2%.
No Sul também foi verificado menor ritmo da atividade econômica, com crescimento de 1,8% do IBCR-S, no trimestre encerrado em maio, em relação ao finalizado em fevereiro, quando havia aumentado 3,9% no mesmo tipo de comparação. O boletim enfatiza ainda que “o dinamismo do consumo interno vem originando algum descompasso entre a oferta e a demanda [por produtos e serviços] agregadas, suscitando a atuação do Banco Central para assegurar a manutenção da estabilidade dos preços”.
Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Schincariol abrirá 300 vagas no Estado
Schincariol abrirá 300 vagas no Estado
Publicado em 16.04.2010
Ampliação custará R$ 114 mi. Devassa será produzida no Estado
O Grupo Schincariol vai investir R$ 114 milhões para ampliar a sua fábrica recifense, localizada no bairro da Guabiraba, na Zona Norte, que é responsável por produzir cervejas (Nova Schin, Glacial e Primus) e refrigerantes (sabores cola, laranja, soda e guaraná). Até 2011, a unidade passará a fabricar 420 milhões de litros de bebidas por ano (hoje são 340 milhões). O investimento criará 300 novos postos de trabalho diretos, mais especificamente nas áreas operacional e administrativa. A preferência será por mão de obra local, revelou o diretor de relações Institucionais do Grupo Schincariol, José Domingos Francischinelli. E, no segundo semestre deste ano, ainda de acordo com o executivo, a unidade de Recife começará a produzir a cerveja artesanal Devassa.
No anúncio feito ontem no Palácio do Campo das Princesas, Francischinelli comentou que os planos da empresa são de aplicar mais R$ 86 milhões na unidade, a partir de 2012, também para aumento da produção e início da fabricação da linha de sucos da marca Fruthos no Estado. Com isso, até 2014, a planta vai produzir 600 milhões de litros por ano de bebidas. Atualmente, as fábricas pernambucanas do Grupo Schincariol (do Recife e de Igarassu) atendem, além de Pernambuco (onde é líder no segmento de cervejas, com 37% de participação, segundo dados da Nielsen, empresa especializada em informações de mercado), a Paraíba, Sergipe e o Rio Grande do Norte.
“Nós estávamos operando com toda a nossa capacidade de produção desde o ano passado. Pernambuco é o Estado que mais cresce no Nordeste e isso tem elevado o consumo de bebidas”, comentou o executivo. Quanto a fabricação da marca Devassa, Francischinelli explicou que o produto é muito bem aceito no Sul e Sudeste, o que lhe dá cacife para ser inserido com maior impacto no mercado nordestino. E com a fabricação local, o natural é que haja uma diminuição no preço final para o consumidor, pois gastos como o de logística serão reduzidos, acrescentou.
Inicialmente, o Grupo Schincariol pretendia instalar uma nova fábrica em outro Estado. Sergipe e Paraíba estavam na briga. No entanto, bastou um dia de negociação com o governo do Estado para ficar acertado um aumento nos benefícios fiscais da empresa. Antes, a indústria tinha uma isenção de 75% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e agora passará a ter 85%. “Isso foi feito para evitar que a fábrica migrasse”, revelou o diretor de negócios da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Aimar Soriano.
Além da manutenção do empreendimento em solo pernambucano, a ampliação da fábrica irá trazer outros reflexos positivos para economia do Estado. Para acompanhar o aumento na produção, haverá um crescimento de importações de malte, cevada e lúpulo (ingredientes da cerveja) e maior compra de açúcar e latas de fornecedores locais. No primeiro momento, o investimento irá contemplar a área de construção civil (aquisição de área e reformas estruturais). Em seguida, será feita a compra de novas máquinas e equipamentos, para então ter início as contratações de novos empregados. A empresa emprega hoje 1.150 pessoas na unidade da capital.
FONTE: http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/04/16/not_373645.php
Publicado em 16.04.2010
Ampliação custará R$ 114 mi. Devassa será produzida no Estado
O Grupo Schincariol vai investir R$ 114 milhões para ampliar a sua fábrica recifense, localizada no bairro da Guabiraba, na Zona Norte, que é responsável por produzir cervejas (Nova Schin, Glacial e Primus) e refrigerantes (sabores cola, laranja, soda e guaraná). Até 2011, a unidade passará a fabricar 420 milhões de litros de bebidas por ano (hoje são 340 milhões). O investimento criará 300 novos postos de trabalho diretos, mais especificamente nas áreas operacional e administrativa. A preferência será por mão de obra local, revelou o diretor de relações Institucionais do Grupo Schincariol, José Domingos Francischinelli. E, no segundo semestre deste ano, ainda de acordo com o executivo, a unidade de Recife começará a produzir a cerveja artesanal Devassa.
No anúncio feito ontem no Palácio do Campo das Princesas, Francischinelli comentou que os planos da empresa são de aplicar mais R$ 86 milhões na unidade, a partir de 2012, também para aumento da produção e início da fabricação da linha de sucos da marca Fruthos no Estado. Com isso, até 2014, a planta vai produzir 600 milhões de litros por ano de bebidas. Atualmente, as fábricas pernambucanas do Grupo Schincariol (do Recife e de Igarassu) atendem, além de Pernambuco (onde é líder no segmento de cervejas, com 37% de participação, segundo dados da Nielsen, empresa especializada em informações de mercado), a Paraíba, Sergipe e o Rio Grande do Norte.
“Nós estávamos operando com toda a nossa capacidade de produção desde o ano passado. Pernambuco é o Estado que mais cresce no Nordeste e isso tem elevado o consumo de bebidas”, comentou o executivo. Quanto a fabricação da marca Devassa, Francischinelli explicou que o produto é muito bem aceito no Sul e Sudeste, o que lhe dá cacife para ser inserido com maior impacto no mercado nordestino. E com a fabricação local, o natural é que haja uma diminuição no preço final para o consumidor, pois gastos como o de logística serão reduzidos, acrescentou.
Inicialmente, o Grupo Schincariol pretendia instalar uma nova fábrica em outro Estado. Sergipe e Paraíba estavam na briga. No entanto, bastou um dia de negociação com o governo do Estado para ficar acertado um aumento nos benefícios fiscais da empresa. Antes, a indústria tinha uma isenção de 75% no Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e agora passará a ter 85%. “Isso foi feito para evitar que a fábrica migrasse”, revelou o diretor de negócios da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), Aimar Soriano.
Além da manutenção do empreendimento em solo pernambucano, a ampliação da fábrica irá trazer outros reflexos positivos para economia do Estado. Para acompanhar o aumento na produção, haverá um crescimento de importações de malte, cevada e lúpulo (ingredientes da cerveja) e maior compra de açúcar e latas de fornecedores locais. No primeiro momento, o investimento irá contemplar a área de construção civil (aquisição de área e reformas estruturais). Em seguida, será feita a compra de novas máquinas e equipamentos, para então ter início as contratações de novos empregados. A empresa emprega hoje 1.150 pessoas na unidade da capital.
FONTE: http://jc3.uol.com.br/jornal/2010/04/16/not_373645.php
terça-feira, 6 de abril de 2010
Refinaria pode atrair projetos de US$ 200 mi
A Refinaria Abreu e Lima, da Petrobras, e a empresa norte-americana Oxbow Carbon Minerals LLC assinaram ontem dois acordos que devem resultar na instalação de uma unidade de beneficiamento de coque - subproduto do petróleo produzido na refinaria. O primeiro acordo firmado formalizou um estudo de viabilidade da unidade de calcinação, enquanto o segundo documento trata da parceria para a comercialização do coque pela Petrobras e pela Oxbow. O investimento total no empreendimento chega a US$ 200 milhões.
"Foram cerca de três anos discutindo a possibilidade de instalar uma unidade calcinadora de coque, matéria-prima da indústria de alumínio. A consolidação deste projeto trará para Pernambuco a terceira calcinadora deste tipo no país. Hoje, a única em operação encontra-se em São Paulo e a Petrobras vai começar a construção da segunda unidade, no Rio de Janeiro", explicou o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
A unidade de calcinação agregavalor aos subprodutos do petróleo produzido na refinaria. A calcinadora transformará o coque verde em coque em pó. A previsão é de que a empresa tenha capacidade de processar 500 mil toneladas de coque por ano (mesma quantidade beneficiada atualmente em Cubatão, onde funciona a única calcinadora do Brasil). As negociações começaram em 2007, durante visitas do governador Eduardo Campos a escritórios da Oxbow em Miami (EUA) e em Roterdã (Holanda).
"Essa unidade industrial vai ajudar a aumentar a receita da refinaria e das empresas que vão se instalar aqui. É mais um investimento que coloca Suape no centro de empreendimentos nas áreas de petróleo, gás e offshore. A previsão é de 300 empregos diretos com a instalação", frisou o governador Eduardo Campos.
De acordo com o presidente da subsidiária da Oxbow no Brasil, a Tecop, Jan Ruijsenaars, o destino do coque processado deve ser a Europa, os Estados Unidos e alguns países do Oriente. O coque, depois de processado, é utilizado, entre outros setores, nas indústriasde alumínio, cimento e cerâmica - dependendo do teor de enxofre presente.
"O estudo de viabilidade deve demorar cerca de um ano para ficar pronto e a unidade calcinadora ficará pronta um ano e meio depois da conclusão da refinaria. Já atuamos neste tipo de empreendimento em outras partes do mundo, inclusive na Argentina e no Kwait", detalhou Ruijsenaars.
Refinaria Abreu e lima
Área total - 660 hectares (70% de área construída)
Investimento total - US$ 13,3 bilhões*
Compromissos já assumidos pela Petrobras - US$ 10 bilhões*
Total já executado - US$ 984 milhões*
Empregos - 5.180 trabalhadores atualmente; 8 mil até o fim de 2010; e 23.500 em outubro de 2011 (pico da construção)
Capacidade de processamento - 230 mil barris/dia
Produção - 70% de diesel e os 30% restantes de subprodutos de petróleo
FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/06/economia5_0.asp
"Foram cerca de três anos discutindo a possibilidade de instalar uma unidade calcinadora de coque, matéria-prima da indústria de alumínio. A consolidação deste projeto trará para Pernambuco a terceira calcinadora deste tipo no país. Hoje, a única em operação encontra-se em São Paulo e a Petrobras vai começar a construção da segunda unidade, no Rio de Janeiro", explicou o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
A unidade de calcinação agregavalor aos subprodutos do petróleo produzido na refinaria. A calcinadora transformará o coque verde em coque em pó. A previsão é de que a empresa tenha capacidade de processar 500 mil toneladas de coque por ano (mesma quantidade beneficiada atualmente em Cubatão, onde funciona a única calcinadora do Brasil). As negociações começaram em 2007, durante visitas do governador Eduardo Campos a escritórios da Oxbow em Miami (EUA) e em Roterdã (Holanda).
"Essa unidade industrial vai ajudar a aumentar a receita da refinaria e das empresas que vão se instalar aqui. É mais um investimento que coloca Suape no centro de empreendimentos nas áreas de petróleo, gás e offshore. A previsão é de 300 empregos diretos com a instalação", frisou o governador Eduardo Campos.
De acordo com o presidente da subsidiária da Oxbow no Brasil, a Tecop, Jan Ruijsenaars, o destino do coque processado deve ser a Europa, os Estados Unidos e alguns países do Oriente. O coque, depois de processado, é utilizado, entre outros setores, nas indústriasde alumínio, cimento e cerâmica - dependendo do teor de enxofre presente.
"O estudo de viabilidade deve demorar cerca de um ano para ficar pronto e a unidade calcinadora ficará pronta um ano e meio depois da conclusão da refinaria. Já atuamos neste tipo de empreendimento em outras partes do mundo, inclusive na Argentina e no Kwait", detalhou Ruijsenaars.
Refinaria Abreu e lima
Área total - 660 hectares (70% de área construída)
Investimento total - US$ 13,3 bilhões*
Compromissos já assumidos pela Petrobras - US$ 10 bilhões*
Total já executado - US$ 984 milhões*
Empregos - 5.180 trabalhadores atualmente; 8 mil até o fim de 2010; e 23.500 em outubro de 2011 (pico da construção)
Capacidade de processamento - 230 mil barris/dia
Produção - 70% de diesel e os 30% restantes de subprodutos de petróleo
FONTE: http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/06/economia5_0.asp
sexta-feira, 26 de março de 2010
Sem inovação, só resta a morte - Entrevista Silvio Meira
Sem inovação, só resta a morte - Entrevista Silvio Meira
Entrevista publicada no Jornal do Commercio em 07.10.2009
O cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Silvio Meira, acredita que inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. De fato, ele chega a comparar o conceito ao processo evolutivo proposto por Charles Darwin. “Inove ou morra”, diz, incisivo. Em conversa com o repórter Jacques Waller, Meira diz que Pernambuco conseguiu estruturar o ambiente acadêmico, mas agora é preciso melhorar o cenário de negócios para que o Estado se torne exportador de inovação. Ele destaca ainda que os grandes empreendimentos conquistados, como o estaleiro e a refinaria, são, na verdade, um grande desafio ao espírito inovador local. “Seremos somente uma economia industrial tardia”, provoca. Confira abaixo a entrevista.
JC – O que é inovação? Quais seriam bons exemplos de inovação tecnológica?
SILVIO MEIRA – Inovação é algo muito complicado de definir, mas se abstrairmos certos elementos, podemos chegar na seguinte definição: inovação é uma mudança no comportamento dos agentes de mercado, enquanto produtores e consumidores. E é algo que só ocorre no mercado. Quer dizer, se eu tiver uma grande ideia no laboratório, essa ideia, por si só, não é inovação. Inovação é deixar de comprar livros na livraria para comprar na Amazon, por exemplo. A tríade MP3, internet e Torrent modificou o jeito que se consome música. Assim como a tríade PDF, internet e e-paper vai mudar radicalmente o mercado editorial nos próximos anos. Carro a álcool foi uma inovação. E veja que não é porque algo é inovador que não vai ter problemas. Carro a álcool foi problema por 15 anos. Eu sei porque tive um.
JC – Qual o papel da inovação na economia?
SILVIO MEIRA – A inovação é a única forma de garantir a sobrevivência em longo prazo. E quando falamos em longo prazo, devemos lembrar que no Brasil todo ano temos o chamado dissídio. Isso significa que todo ano os funcionários têm aumento de salário, independente de aumento de produtividade. E para garantir que haja aumento de produtividade, tem que ter inovação, para melhorar produtos e processos. Se eu tenho uma perda de 30% em algum processo e diminuo para 10% através de inovação, houve uma evolução. Inovação é um processo darwiniano. É evolução das empresas. Um mercado não passa de uma ecologia. É um processo natural de competição e cooperação para sobreviver.
JC – Pernambuco pode se tornar um exportador de inovação?
SILVIO MEIRA – Qualquer lugar que combine conhecimentos, e não só conhecimento nas universidades, mas na cadeia de valor, pode ser exportador de inovação. O Porto Digital, por exemplo, é uma inovação a partir de Pernambuco. Mas não é para Pernambuco. Não dá para fazer as coisas para o Estado, ou para o Brasil. Tem que fazer para o mundo. Tem que investir e empreender para o mundo. Imagine se a Microsoft decidisse dominar o mercado de governo de Seattle, nos Estados Unidos? Eles certamente seriam a maior empresa de Seattle, mas não teriam o tamanho que têm hoje. Pernambuco tem que pensar para fora. Um empreendimento como Suape apenas toca Pernambuco, porque toda a cadeia de valor deles já vem de fora. Mas será que tem algo nessa cadeia que podemos liderar? Porque inovar significa que você é líder em algo, ou seja, você cria valor de forma mais significativa do que todo o resto do mercado. E pra isso é necessário algo que se faz muito pouco no Brasil, que é empreendimento.
A falta de alternativa para empreender acaba capturando uma parte significativa da inteligência brasileira. Temos que atrair essa inteligência. E temos que atrair investidores. Precisamos de uma cadeia de investimento aqui, de repente até insumos estatais que podem durar décadas. Agora, não adianta apenas botar recursos. É necessário dar capacidade de alavancagem. Empreendimento e investimento local são primordiais, mas de classe global.
JC – O que é necessário para isso acontecer?
SILVIO MEIRA – O Estado precisa apostar na criação de fundos de investimento locais para a geração desse espaço de empreendedorismo, para atrair este empreendedor e fazê-lo criar negócios em Pernambuco. Todos os Estados vêm investindo em conhecimento e Pernambuco fez isso muito bem. Agora, é preciso proporcionar condições para que as pessoas queiram empreender e investir aqui.
JC – E quais são os desafios para criar uma economia de inovação?
SILVIO MEIRA – Pernambuco foi desindustrializado e está sendo reinserido no contexto industrial agora. São empresas que estão aqui, mas que têm zero por cento de suas decisões tomadas localmente. E isso vai gerar um grande desafio. Pernambuco vai ser apenas uma região industrial tardia? Além disso, fábricas agregam muito pouco valor. A fábrica que atualmente é a mais interessante, quer dizer, que não polui e é econômica, simplesmente não emprega. Nos países desenvolvidos, essas fábricas são apenas 20% dos empregos e da renda. Esses países mandam as fábricas para a periferia e retêm seus centros de desenvolvimento. Na China, por exemplo, fica só o custo de produção e o mínimo do lucro. O resto vai para a sede, onde o produto foi desenhado. Este é, aliás, o desafio de Toritama. A cidade tem que deixar de ser provedora de costura para investir em marca e design.
JC – O que é preciso para estimular uma cultura de inovação?
SILVIO MEIRA – É muito simples. Basta convencer todo mundo que para sobreviver é necessário evoluir. Inove ou morra! Simples assim.
FONTE: http://www.pernambucoinovador.com.br/noticias/ler/17
Entrevista publicada no Jornal do Commercio em 07.10.2009
O cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar), Silvio Meira, acredita que inovação é fundamental para a sobrevivência das empresas. De fato, ele chega a comparar o conceito ao processo evolutivo proposto por Charles Darwin. “Inove ou morra”, diz, incisivo. Em conversa com o repórter Jacques Waller, Meira diz que Pernambuco conseguiu estruturar o ambiente acadêmico, mas agora é preciso melhorar o cenário de negócios para que o Estado se torne exportador de inovação. Ele destaca ainda que os grandes empreendimentos conquistados, como o estaleiro e a refinaria, são, na verdade, um grande desafio ao espírito inovador local. “Seremos somente uma economia industrial tardia”, provoca. Confira abaixo a entrevista.
JC – O que é inovação? Quais seriam bons exemplos de inovação tecnológica?
SILVIO MEIRA – Inovação é algo muito complicado de definir, mas se abstrairmos certos elementos, podemos chegar na seguinte definição: inovação é uma mudança no comportamento dos agentes de mercado, enquanto produtores e consumidores. E é algo que só ocorre no mercado. Quer dizer, se eu tiver uma grande ideia no laboratório, essa ideia, por si só, não é inovação. Inovação é deixar de comprar livros na livraria para comprar na Amazon, por exemplo. A tríade MP3, internet e Torrent modificou o jeito que se consome música. Assim como a tríade PDF, internet e e-paper vai mudar radicalmente o mercado editorial nos próximos anos. Carro a álcool foi uma inovação. E veja que não é porque algo é inovador que não vai ter problemas. Carro a álcool foi problema por 15 anos. Eu sei porque tive um.
JC – Qual o papel da inovação na economia?
SILVIO MEIRA – A inovação é a única forma de garantir a sobrevivência em longo prazo. E quando falamos em longo prazo, devemos lembrar que no Brasil todo ano temos o chamado dissídio. Isso significa que todo ano os funcionários têm aumento de salário, independente de aumento de produtividade. E para garantir que haja aumento de produtividade, tem que ter inovação, para melhorar produtos e processos. Se eu tenho uma perda de 30% em algum processo e diminuo para 10% através de inovação, houve uma evolução. Inovação é um processo darwiniano. É evolução das empresas. Um mercado não passa de uma ecologia. É um processo natural de competição e cooperação para sobreviver.
JC – Pernambuco pode se tornar um exportador de inovação?
SILVIO MEIRA – Qualquer lugar que combine conhecimentos, e não só conhecimento nas universidades, mas na cadeia de valor, pode ser exportador de inovação. O Porto Digital, por exemplo, é uma inovação a partir de Pernambuco. Mas não é para Pernambuco. Não dá para fazer as coisas para o Estado, ou para o Brasil. Tem que fazer para o mundo. Tem que investir e empreender para o mundo. Imagine se a Microsoft decidisse dominar o mercado de governo de Seattle, nos Estados Unidos? Eles certamente seriam a maior empresa de Seattle, mas não teriam o tamanho que têm hoje. Pernambuco tem que pensar para fora. Um empreendimento como Suape apenas toca Pernambuco, porque toda a cadeia de valor deles já vem de fora. Mas será que tem algo nessa cadeia que podemos liderar? Porque inovar significa que você é líder em algo, ou seja, você cria valor de forma mais significativa do que todo o resto do mercado. E pra isso é necessário algo que se faz muito pouco no Brasil, que é empreendimento.
A falta de alternativa para empreender acaba capturando uma parte significativa da inteligência brasileira. Temos que atrair essa inteligência. E temos que atrair investidores. Precisamos de uma cadeia de investimento aqui, de repente até insumos estatais que podem durar décadas. Agora, não adianta apenas botar recursos. É necessário dar capacidade de alavancagem. Empreendimento e investimento local são primordiais, mas de classe global.
JC – O que é necessário para isso acontecer?
SILVIO MEIRA – O Estado precisa apostar na criação de fundos de investimento locais para a geração desse espaço de empreendedorismo, para atrair este empreendedor e fazê-lo criar negócios em Pernambuco. Todos os Estados vêm investindo em conhecimento e Pernambuco fez isso muito bem. Agora, é preciso proporcionar condições para que as pessoas queiram empreender e investir aqui.
JC – E quais são os desafios para criar uma economia de inovação?
SILVIO MEIRA – Pernambuco foi desindustrializado e está sendo reinserido no contexto industrial agora. São empresas que estão aqui, mas que têm zero por cento de suas decisões tomadas localmente. E isso vai gerar um grande desafio. Pernambuco vai ser apenas uma região industrial tardia? Além disso, fábricas agregam muito pouco valor. A fábrica que atualmente é a mais interessante, quer dizer, que não polui e é econômica, simplesmente não emprega. Nos países desenvolvidos, essas fábricas são apenas 20% dos empregos e da renda. Esses países mandam as fábricas para a periferia e retêm seus centros de desenvolvimento. Na China, por exemplo, fica só o custo de produção e o mínimo do lucro. O resto vai para a sede, onde o produto foi desenhado. Este é, aliás, o desafio de Toritama. A cidade tem que deixar de ser provedora de costura para investir em marca e design.
JC – O que é preciso para estimular uma cultura de inovação?
SILVIO MEIRA – É muito simples. Basta convencer todo mundo que para sobreviver é necessário evoluir. Inove ou morra! Simples assim.
FONTE: http://www.pernambucoinovador.com.br/noticias/ler/17
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